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Centro de Operações Logística da Capital é referência

14 Jun 2011 - 22h14
O Centro de Operações Logísticas do Senai funciona desde setembro e 2010 - Crédito: Foto : DivualgaçãoO Centro de Operações Logísticas do Senai funciona desde setembro e 2010 - Crédito: Foto : Divualgação
Campo Grande - Funcionando desde setembro do ano passado, o Centro de Operações Logísticas do Senai, instalado na FatecSenai Campo Grande, já é apoio sólido ao desenvolvimento das indústrias do Estado. A estruturação do local viabilizou a realização de cursos técnicos em logística, com duas turmas em andamento, e cursos de aperfeiçoamento estruturados para atender as indústrias interessadas, além dos serviços técnicos e tecnológicos, nos quais se enquadram as consultorias.

De setembro de 2010, quando foi inaugurado, até maio de 2011 ao menos oito indústrias buscaram os serviços de consultoria do Centro de Operações Logísticas. Para o presidente da Fiems, Sérgio Longen, a unidade contribui para que as indústrias do Estado enxerguem a logística como uma questão de investimentos de significativa importância, pois essa área hoje pode ser considerada oportunidade de aumento de produtividade.

“O Centro de Operações Logísticas do Senai é um marco do nosso esforço em unir o oferecimento de novas tecnologias associada à modernização dos processos produtivos. Temos aqui um dos melhores centros de logística do País e o único do Centro-Oeste, o que para nós do Sistema Fiems é motivo de orgulho e certeza de que estamos cumprindo o nosso compromisso de oferecer o melhor para nossa indústria”, declarou Sérgio Longen.



Na avaliação do gerente da FatecSenai Campo Grande, Artur Quintella, a entidade está na vanguarda do conhecimento em logística, já que todas as informações e equipamentos foram fornecidos pelo Instituto Fraunhofer, com sede na Alemanha. “A estrutura do local e os serviços oferecidos auxiliam na redução de custos e aumentam a competitividade”, destacou

Cursos

Por conta da demanda por profissionais qualificados no setor, o curso técnico em logística despertou interesse dos que buscam colocação no mercado ou já trabalham e querem ampliar os conhecimentos. Em abril deste ano, o curso passou a integrar aqueles oferecidos pelo Senai e já iniciou com duas turmas, por conta da grande procura. “O curso tem duração de dois anos e os alunos concluem as aulas em agosto de 2013”, ressaltou Artur Quintella.

Para o economista Paulo Maciel de Lima Júnior, aluno do curso técnico em logística, a área é promissora. “No ano passado procurei uma pós-graduação em logística, pois entendo que esta é a profissão do futuro, não encontrei e quando soube do curso do Senai resolvi fazer. Estou satisfeito, porque o curso é bem completo e oferece uma visão ampla do que é a logística, quebrando o paradigma de que trata-se apenas de transporte”, disse.

Fábio Henrique da Costa de Souza, também aluno do curso, compartilha da mesma opinião do colega e destaca a necessidade das empresas por profissionais qualificados nessa área. “Eu sou formado em engenharia de produção e para mim esse curso funciona como uma especialização. Temos bons professores e equipe técnica, sem contar a biblioteca com livros atualizados, que nos auxiliam na busca pelo conhecimento”, declarou.

Na outra ponta, industriais também buscam treinar os trabalhadores e nesse sentido o Centro de Operações Logísticas oferece cursos de aperfeiçoamento, estruturados de acordo com a necessidade da empresa. “Atualmente está em andamento o curso de Gestão de Processos de Armazenagem, para atendimento a uma indústria de Campo Grande. Ela apresentou a demanda e nós estruturamos o curso para atendê-la”, pontuou o gerente da FatecSenai Campo Grande.

Gargalo

Além do déficit por mão-de-obra qualificada no setor de logística, algumas práticas desenvolvidas nas empresas elevam custos e podem diminuir a competitividade das indústrias. Segundo o instrutor da área de logística da FatecSenai Campo Grande, Rodolfo Marocchio, um ponto comum em muitas empresas é a má utilização de materiais e aumento do tempo de produção.

“No trabalho de consultoria nós conseguimos identificar essas questões e aplicar conceitos de produção mais enxuta, otimizando o uso da matéria-prima e reduzindo o tempo de produção, melhorando o fluxo de material e a movimentação do pessoal”, detalhou o instrutor.

Ele disse ainda que essas questões são levantadas em um primeiro diagnóstico, cujo período de conclusão é próximo a 30 horas. Após o levantamento, os profissionais iniciam a atuação em busca de melhorias, o que deve levar de 30 a 40 horas para ser concluído, dependendo da empresa.

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