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No Dia Nacional de Combate à Homofobia, MTur reitera ações afirmativas para o setor

Publicação esclarece dúvidas sobre discriminação, identidade de gênero, orientação sexual e conceitos importantes, como cisgênero e transgênero, não binário, transexuais, intersexo, homem e mulher trans e travesti

17 Mai 2024 - 21h30Por Fábio Marques/Assecom-MTur
Bandeira LGBTQIAPN+ - Crédito: Redes SociaisBandeira LGBTQIAPN+ - Crédito: Redes Sociais

No Dia Nacional de Combate à Homofobia, celebrado neste 17 de maio, o Ministério do Turismo (MTur) reforça ações afirmativas que incentivam um turismo inclusivo e respeitoso para “todes”. Responsável por um intenso fluxo no país, o setor precisa estar preparado para receber bem a população LGBTQIA+. Pensando nisso, o MTur preparou um guia com dicas para fazer a experiência turística desse público a melhor possível.

A cartilha "Bem atender: turistas LGBTQIA+" é uma parceria do MTur com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania e está disponível de forma online. O documento esclarece dúvidas sobre discriminação, identidade de gênero, orientação sexual e conceitos importantes, como cisgênero e transgênero, não binário, transexuais, intersexo, homem e mulher trans e travesti.

Acesse o material na íntegra: https://www.gov.br/turismo/pt-br/centrais-de-conteudo-/publicacoes/DICASPARAATENDERBEMTURISTASLGBTQIA1.pdf

O guia também disponibiliza a melhor maneira para se referir, principalmente à população trans, para que não haja uma ação preconceituosa. “Trate as pessoas pelos pronomes de tratamento senhor ou senhora de acordo com a identidade de gênero. Se tiver dúvida, pergunte como a pessoa prefere ser chamada”, recomenda o Guia.

Outra dica é o tratamento sempre igualitário a casais LGBTQIA+, ou seja, da mesma forma como se trataria um casal heteroafetivo. “Em datas especiais, como Dia dos Namorados, considere a possibilidade de que dois homens ou duas mulheres sejam um casal. São casais da mesma maneira que os heterossexuais, portanto, devem receber o mesmo tratamento”, alerta a publicação.

Em casos em que haja reclamações que podem ser configuradas como possível LGBTQIAfobia - preconceito em virtude da identidade de gênero ou orientação sexual, ou todo e qualquer tipo de intolerância e violência direcionada a esse público em razão de sua orientação sexual e/ou identidade de gênero - a cartilha orienta a utilização da legislação contra a discriminação. O estabelecimento deve deixar claro a postura de respeito à diversidade.

CANAL DE DENÚNCIA - O Governo Federal possui um telefone para denúncia de desrespeito aos direitos humanos, como a LGBTQIAfobia, o Disque 100. Também existe o número 180 para denúncias de violência contra as mulheres (inclusive trans e travestis). Além dessas ferramentas, há diversas instituições estaduais ou municipais que amparam a população LGBTQIA+ em caso de violência ou violação a direitos.

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