Geralo Resende *
Levantamentos do Governo Federal demonstram que a principal reclamação dos brasileiros é a saúde pública, seguida pela preocupação com a segurança. Em porcentagem, o número dos que apontam a deficiência e as limitações do atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, chega a 29%.
Em Dourados isso não é diferente, os homens e mulheres de bem de nosso município, que acordam cedo, tomam seu café ou o seu chimarrão e vão trabalhar, também apontam a saúde pública como deficitária.
Porém, o dado que chama a atenção é que no caso de Dourados, pelas várias pesquisas realizadas, a reprovação dos serviços em saúde prestados pelo município é mais que o dobro da média nacional. Cerca de 48% dos douradenses considera que não esta sendo bem atendido nos postos de saúde, que seus exames estão demorando muito para serem marcados e que seus remédios não estão nas prateleiras das farmácias. A população de Dourados não está errada, a saúde pública do município está longe de sair da UTI.
Como todos sabem, antes de ser deputado federal, fui secretário de saúde. E antes de me dedicar à vida pública, depois de formado pela Universidade Federal do Ceará, coloquei minha profissão de médico à disposição dos mais humildes.
Como deputado federal tenho feito todos os esforços, sem descanso, para dotar o município de recursos que tirem Dourados desta crise. Fechando os olhos para quem estava na Prefeitura, independentemente de partido, lutei e luto para que possamos melhorar o atendimento aos usuários do SUS.
Acredito que, com esses recursos e com uma gestão de qualidade, espaços funcionais e equipamentos modernos, podem transformar o atendimento em saúde pública de Dourados. Nossa cidade pode receber os pacientes com a mesma qualidade que as clínicas particulares fazem com seus doentes.
Reitero e provo, recurso tem, o que está faltando é vontade, agilidade e decisão para finalmente retirar a saúde de Dourados da UTI.
Deputado federal pelo PMDB