27/12/2011 17h02 - Atualizado em 27/12/2011 17h02

Afinal, Jesus nasceu mesmo?!

 

Benê Cantelli *

Dificil é imaginar que em sua própria terra, em meio a sua própria gente, para a maioria, ele ainda não nasceu. Não é reconhecido como filho unigênito de Deus. Não é o Redentor. Não é o Deus encarnado.

Do lado de cá, em pleno mundo ocidental, onde vivemos, após 2000 anos deste acontecimento que denominamos como festa do Natal, ficamos a pensar: Teria valido a pena? O próprio Deus que se transforma em si mesmo como figura de Filho, vem a este mundo para colimar seu ato de amor ao redimir o pecado humano, e não ser reconhecido, é demais.

É demais, pelo exemplo que isso nos traz.

Somos instigados o tempo todo a não levar em conta o que outros nos fazem, de bem. Torna-sea, a cada dia, um fardo pesadíssimo, a virtude da gratidão. Somos levados a esquecer com relativa facilidade as benesses que recebemos e que tanto bem fizeram a nossa vida e alma. Não nos importamos com os que sofrem, sob a alegaçao de que o sofrimento é inerente a espécie humana e que, enfim, cada um guarde para si o seu próprio sofrer, sem estar espalhando e multiplicando dores que não convêm aos demais.

O perdão que Deus ofereceu ao homem, ao vivenciar na carne humana, dores e sofrimentos que o levaram à Cruz, para demonstrar o quanto ofendemos ao Senhor, no pecado original, é um ato de benignidade que não foi dado aos anjos caídos. No entanto, é de se perguntar: O ato do nascimento, sua vida, morte e ressurreiçao, valeram tão pouco no espectro da humanidade, a ponto de vermos como cada um dos ofendidos não concedem aos ofensores o perdão? Tão nobre atitude fica por conta, apenasa daqueles que se dedicam ao bem estar do próximo?

O levar vantagem em tudo, ainda que isso custe constrangimento e dores a outros, é mais uma forma de ver como o tal Natal, existe como festa, mas não com o significado do nascimento daquele que veio para dizer: “Pai, perdoe, porque eles não sabem o que fazem”.

Aqueles que motivam separações em lares onde filhos e cônjuges sentem-se de alguma forma desmotivados ao perdão, não poderiam e nem deveriam comemorar o Natal, a não ser como efeméride aderente aos finais de todos os anos. E, eles, afinal, sem importam com alguma coisa, a não ser com seu próprio bem estar e sua “felicidade”?

Desta forma, considerando todos aqueles que propiciam o mal, através do crime, drogas, roubos, calúnias, intrigas, maledicências, maldades de qualquer espécie, poderíamos dizer, sem medo de errar, que são cúmplices com aqueles que, em sua própria terra e em seu próprio tempo, não consideraram como verdadeira a vinda do Menino Deus.

É hora de fazermos valer a idéia de que seu nascimento não pode ter sido em vão. Imaginar que sua vinda, para alguns é motivo de festa sem considerar a motivação de sua vinda, é algo, no mínimo, desagradável, para quem veio aqui, com tão nobre missão.

Bom dia.

Que este Natal tenha vindo, para todos nós, com sabor e penhor de lição do verdadeiro Amor.

Professor e Campista

Meu caro e estimado professor, lembro me de suas sábias lições ainda quando estava em sala de aula. Meu bom mestre faço minhas as suas palávras.
Quanto ao verdadeiro NATAL, que saudades dos tempos de guri, não havia foguetórios, bebedeiras, desordens. Era mesmo NATAL de reflexção da passagem de JESUS pela terra, aprendiamos que deveriamos amar ao próximo, servir com alegria, o povo mais antigo sabia sim, agradecer ao criador e tavez por não misturar as coisas eram mais felizes, bem mais desprendidos de valores sociais e econômicos. O amor a bondade o carinho está al alcance de todos que teem respeito ao próximo e sensibilidade CRISTÃ.

Feliz 2012 a todos..

 
Aparecido Oviedo em 04 de janeiro de 2012 - quarta às 11:43

Comentários

 
 
 
 
 
 
 
Imóveis Apartamentos Veículos e Utilitários Importados Motos Diversos Telefones Empregos e Oportunidades