AMAMBAI - Os militares lotados no 2º Subgrupamento do Corpo de Bombeiros de Amambai, responsável pelo atendimento em seis municípios da região de fronteira com o Paraguai, trabalham em condições precárias, com falta de efetivo e principalmente de equipamentos de trabalho em boas condições. A subunidade, que é responsável por atender ocorrências, além do município sede, em Amambai, nos municípios de Aral Moreira, Coronel Sapucaia, Tacuru, Sete Quedas e Paranhos, conta com um efetivo de aproximadamente 16 homens e equipamentos precários. O único Auto Bomba Tanque (ABT) existente na unidade é antigo e vive apresentando frequentes problemas mecânicos. Na semana passada, as condições de trabalho das guarnições se agravaram ainda mais com a "baixa" da única Unidade de Resgate (UR) existente no Subgrupamento. A viatura, ano 2002, que já chegou à subunidade sucateada, apresentou problemas mecânicos e está encostada à espera de conserto, que até agora não foi autorizado pelo Governo do Estado. Para não deixar a população na mão, sem receber o atendimento de emergência, os bombeiros estão tendo que "improvisar" viaturas. As pessoas, vítimas de acidente, são transportadas em uma ambulância cedida pela Prefeitura de Amambai. Mas a qualidade do socorro acaba sendo comprometida, já que a ambulância não dispõe de equipamentos e espaço físico para transportar vítimas em estado de maior gravidade. Apesar de toda a situação desfavorável de trabalho que enfrentam, constatada no dia a dia dos militares lotados no 2º Subgrupamento dos Corpo de Bombeiros, em Amambai, os militares da subunidade se dedicam ao máximo para prestar um atendimento de qualidade e com eficácia à população local e da região. Em relação à questão da falta de estrutura para desenvolver os trabalhos cotidianos, inclusive a situação precária das viaturas utilizadas para "socorrer" a população, procurado pela reportagem de O PROGRESSO, ninguém na subunidade quis se manifestar sobre o assunto.
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