26/07/2011 18h52 - Atualizado em 26/07/2011 18h52

Anel Rodoviário começa ser liberada em agosto

Trecho entre a 463 a 156, sentido Itaporã, vai desviar do centro de Dourados caminhões em trânsito

 
Do Progresso

DOURADOS – Uma parte da pista do anel rodoviário de Dourados está prevista para ser liberada a partir do mês que vem. Seria a alça que compreende o trecho da BR-463 (acesso a Laguna Caarapã) a MS-156, sentido a Itaporã. A última etapa da obra, que vai da MS-156 a BR-163, passando ao lado do Presídio Harry Amorim Costa (Phac), também está bastante adiantada.

No inicio deste mês, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) divulgou que 65% da obra já estava pronta. A previsão é que até o final do ano todo o trecho de 25,2 quilômetros esteja totalmente concluído.

Parte da pista do anel rodoviário já está concluído para ser entregue em agosto (Foto: Hédio Fazan/PROGRESSO)

Pelo projeto, está sendo construída uma pista de 12 metros de largura, sendo 3,5 metros de faixa de rolamento em cada sentido e mais 2,5 metros de acostamento de cada lado. O governo estadual está investindo na construção da rodovia o valor de R$ 29,4 milhões, incluído no Programa MS Forte.

O objetivo da obra, que vai reduzir o tráfego de caminhões do perímetro urbano de Dourados, é proporcionar menos desgaste da malha asfáltica que não foi construída para suportar peso excessivo de veículos. Por causa disso, o município precisa manutenção frequente no asfalto.

Outro beneficio maior ainda será a redução dos altos índices de acidentes, atribuídos em grande parte ao intenso tráfego de veículos pesados no centro da cidade.

Parte da pista do anel rodoviário já está concluído para ser entregue em agosto (Foto: Hédio Fazan/PROGRESSO) Parte da pista do anel rodoviário já está concluído para ser entregue em agosto (Foto: Hédio Fazan/PROGRESSO)

DESAFOGAR

Com a liberação de parte do anel rodoviário, a prefeitura acredita que poderá até o mês de setembro coibir parte do tráfego de veículos pesados no centro da cidade, principalmente aqueles que estão em trânsito. Os primeiros alvos são os caminhões que passam pela cidade apenas porque precisam de um serviço, como de mecânica, autoelétrica, por exemplo e seguem para outras cidades.

O problema foi discutido ontem com alguns setores entre eles supermercadistas, postos de combustíveis, sindicatos, entre outros, no gabinete do prefeito Murilo Zauith.

A ideia é convocar esses segmentos de serviços para iniciar um movimento a fim de deslocá-los para os trechos que compreendem o prolongamento do Anel Rodoviário. Esta seria a alternativa para evitar que caminhões em trânsito trafeguem pela cidade em busca desses serviços.

De acordo com o secretário de Planejamento, Antônio Nogueira, após solucionar o problema dos caminhões em trânsito, serão realizadas reuniões para discutir soluções para a carga e descarga em supermercados e atacadistas em geral.


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