02/02/2012 21h08 - Atualizado em 03/02/2012 00h08
 
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Curto e grosso

O governador André Púccinelli (PMDB) foi enfático ao dizer, durante a abertura do ano legislativo, que não apoiará ninguém nos municípios onde houver disputa entre companheiros de partido e aliados.

Quem não entender o recado poderá nadar e morrer na praia. E olha que um processo eleitoral é super desgastante.

Amistoso

Sobre as pré-candidaturas do tucano Reinaldo Azambuja (PSDB) e do camarada Athaíde Nery (PPS) à prefeitura de Campo Grande, Puccinelli disse que ambos têm o direito de tocar seus projetos políticos sem maiores problemas.

“Se essa realmente for a posição adotada por eles, isso não significa que haja motivos para nos tornarmos inimigos”, disse para alívio dos rebeldes.

Sem degola

Em relação as mudanças no primeiro escalão do governo por conta da campanha eleitoral deste ano, André disse que só substituirá aquele que se declarar candidato a qualquer cargo eletivo.

Quem não for passar pelo crivo das urnas, terá garantida a permanência no emprego. O alívio deve ter sido geral.

Mulher invisível

O pedetista Felipe Orro, em discurso na tribuna, fez referência aos colegas dos pequenos partidos - os quais ele representa como líder na Assembleia Legislativa - mas se esqueceu de mencionar o nome da deputada Mara Caseiro, do PT do B.

Uma dúvida ficou no ar. Será que foi um mero esquecimento ou foi proposital? Com a palavra...

 
 
 
 
 
 
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