No próximo dia 07 de outubro deste ano é hora de escolher os prefeitos e vereadores dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, com ênfase para a capital Campo Grande o único capaz de haver segundo turno pela quantidade de eleitores, mais de 200 mil. Dourados é o segundo maior colégio eleitoral com quase 140.000 eleitores e uma das poucas cidades do Brasil onde os eleitores retornam as urnas em pouco mais de um ano para novamente escolher o prefeito ou dar aval para que Murilo Zauith (PSB) continue cuidando dos destinos da cidade.
Caso contrário, Dourados corre o sério risco de ter que escolher o quinto prefeito em apenas quatro anos e assim começar tudo de novo no projeto de reconstrução da cidade. Outra mudança significativa é que a Câmara passará a ser representada por 19 e não mais por 12 vereadores, o que já vem despertando interesses em muita gente que vê na ampliação de vagas a tão sonhada chance de ser vereador. Estes não vêem a hora de acordar vereador no dia 08 de outubro. Mas a coisa não é bem assim.
O povo de Dourados está cada vez mais experiente e ressabiado com que aconteceu nas ultimas eleições e aquele que não transmitir preparo, confiança e credibilidade ao eleitor, certamente terá dificuldades vencer o pleito neste outro conceito que a cidade vive. A sociedade também está bem mais atenta e deve permanecer assim. Pelo andar da carruagem, opções os eleitores terão de sobra e quanto mais candidatura, melhor para o eleitor avaliar e votar naquele que realmente achar digno para representar a segunda cidade de Mato Grosso do Sul.
Pessoa atenta que se identifica como griloviskjalves, diz que gostaria de fazer alguns questionamentos sobre a cobrança da taxa de esgoto sobre a conta d’água. “Eu sei que temos que pagar, mas pagar o justo, o correto, eu acredito que um percentual de 70% é muito caro, apesar de sermos a segunda cidade do estado, a grande maioria da população vive de proventos, e com a grande demanda de ligações a Sanesul deveria baixar esse percentual de acordo com a renda de cada família, estou me referindo ao percentual cobrado sobre a conta d’água onde existe ligação de esgoto”
O leitor prossegue com sua opinião sobre o mesmo assunto: “Estamos vivendo crises e mais crises no mundo globalizado e nós douradenses também estamos sentindo os efeitos dessa crise global, afirmo e continuo a afirmar a Sanesul tem condições de baixar o percentual cobrado dessa taxa de esgoto ou será que pensam que todos que moram aqui em Dourados são fazendeiros, usineiros e afortunados? já mandei e-mail para a empresa, mas não me responderam, conclui a pessoa atenta.
As fortes chuvas que caíram em Campo Grande na última quinta-feira fizeram “brotar” diferentes reações de deputados pré-candidatos a prefeito. Cada um vendendo seu peixe sobre as ruas alagadas da capital. Mas, proposta capaz de solucionar o problema, nenhuma. É necessário um investimento em obras de contenção para minimizar os transtornos, pois discurso de pré candidato não muda a situação. E o povo fica cada vez mais assustado e correndo de nuvens carregadas e trovoadas.
Em 2011, ministros de Dilma Rousseff e o vice-presidente Michel Temer (PMDB) gastaram R$ 16,6 milhões com viagens em aviões da FAB. É o que informou ontem reportagem publicada na Folha. Eles estavam em missões oficiais ou em deslocamentos para casa. A Folha teve acesso às planilhas de voo de todos os ministros, com dados inéditos sobre horário de partida, duração da viagem, custo da hora/voo, roteiros e datas.
O cruzamento de todos esses dados, que abrangem dez meses de exercício, revela que muitas aeronaves decolam em horários próximos, com o mesmo destino, cada uma com um ministro a bordo.
Não há um planejamento para evitar desperdício do dinheiro público e em muitos casos foi desrespeitada a orientação da presidente Dilma para que os voos fossem compartilhados por uma ou mais autoridade.
A maior parte dos ministros vai para casa de jatinho nos finais de semana. Dos 16,6 milhões, R$ 5,5 milhões foram gastos neste tipo de trajeto. Nesses casos, o jatinho precisa fazer até quatro viagens (normalmente a aeronave leva o passageiro na quinta ou sexta e retorna para Brasília; depois, volta para buscá-lo na segunda.
"Não me venham falar em adversidade. A vida me ensinou que, diante dela, só há três atitudes possíveis: enfrentar, combater e vencer." (Mário Covas)