Há quem diga que os tempos áureos da Polícia Federal em termos de estrutura já é coisa do passado. Mesmo perma-necendo entre as instituições mais respeitadas do país, segundo pesquisa, a corporação vê seu orçamento encolher ano a ano. Para 2012, mesmo com aumento das contas de custeio, seus recursos sofreram um corte de 5% em relação ao ano passado. Sobre a cabeça da corporação ainda pende uma lâmina, diz o jornal Estado de Minas, que pode vir com o anún-cio de mais cortes em razão do decreto de contigenciamento que deve ser anunciado pelo governo Dilma, no mês que vem. Nota-se que nos últimos dez anos a Polícia Federal tem tocado a ferida de muitos “Tubarões” dentre eles políticos, banqueiros, contraventores, gente com influência em todas as esferas do poder e com força suficiente para gradativa-mente desestruturar a instituição. Gradativamente porque se os grandes cortes ocorressem de uma só vez a intenção fica-ria muito visível. Tudo é possível.
Pessoa atenta, o advogado José Tibiriçá Martins Ferreira, participa da coluna com a seguinte observação. “A utiliza-ção do espaço do Pavilhão de Eventos "Dom Teodardo Leitz" para a realização de uma festa regada a chopp e músicas, que possivelmente estaria sendo organizada por empresas particulares, subentendendo-se que o local estaria sendo locado para essa finalidade”
Prossegue Tibiriçá. “Lembrando que o ex-bispo de Dourados (que dá nome ao pavilhão), falecido na Alemanha, cujos restos mortais, após cremado, foram trazidos e depositados em uma cripta instalada na Igreja Imaculada Conceição de Dourados, “sempre foi uma pessoa respeitada, até no meio das outras religiões e não acho correto que este nome esteja associado a festas regadas a bebidas alcoólicas”
A Câmara de Dourados retoma os trabalhos a partir do próximo dia 06 de fevereiro. A sessão solene irá contar com a presença do prefeito Murilo Zauith (PSB) que deve ler uma mensagem contendo o seu programa de governo para este ano de 2.012. O presidente da Casa, Idenor Machado, espera um ano de debates acalorados devido a influencia da proxi-midade do período eleitoral.
Por falar em Câmara Municipal já tem gente fazendo as contas e achando que vai ser moleza vencer as eleições deste ano quando o numero de vagas aumenta de 12 para 19 vereadores. Esquecem que dos 12 que estão ocupando os respecti-vos cargos, todos tem chances reais de se reeleger, até mesmo dois que sofreram respingos da Uragano. Neste caso so-brariam sete vagas para dividir entre aqueles que vestirão ternos novos no ano que vem.
O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB), tentava ontem juntar o que sobrou das chuvas que caíram na ultima quinta-feira na capital e partir para a reconstrução da cidade. Mas de nada adianta realizar pequenos reparos sem um amplo projeto de contenção das águas das chuvas já que não se tem noção de como será a próxima precipitação. Corre-se o risco de todo o investimento que for feito agora em reparos ser “engolido” pelas gigantes “Bocas de Lobo da cidade Morena.
Reunido com o governador André Puccinelli (PMDB) na manhã de ontem foram definidas ações que serão feitas em conjunto entre o Município e o Estado para corrigir o que for possível. Segundo o prefeito, não foram definidos valores de ajuda, mas o governador colocou a equipe à disposição da Prefeitura. A vida do jovem motociclista de 21 anos de idade que foi “sugada” pela “boca de lobo” não volta mais. Cabe ao senhor prefeito tentar evitar mais tragédias daqui pra frente.
Uma pesquisa recente da Controladoria Geral da União com servidores de toda a Esplanada revelou que 47,6% deles pensam que a informação pública pertence ao governo. Com isso, dados corriqueiros, como o nome dos ministros que se reúnem com a presidente Dilma Rousseff ou o quanto foi pago em diárias a um procurador da Justiça, são negados como se fossem questões de segurança nacional.
Mas espera-se que este problema acabe em março deste ano quando entra em vigor a Lei de Acesso à Informação Pú-blica. A lei foi sancionada pela presidente em novembro explicita o que era defendido há anos pela sociedade: que o acesso à informação pública é público.
“Quem cedo madruga, passa o dia com sono” (Desconhecido)