O deputado estadual Laerte Tetila faz questão de frisar que o casamento entre o Partido dos Trabalhadores e o Partido Socialista Brasileiro, vai muito bem obrigado. Empolgado, vai mais longe e afirma que o PT vai caminhar junto com Murilo Zauith numa eventual candidato a reeleição para evitar que a cidade sofra um retrocesso. “Não dá pra ter o quinto prefeito em pouco menos de três anos. Isso seria um retrocesso, a parceria está dando certo e em time que se está ga-nhando não se mexe”, salientou o ex-prefeito. O senador Delcídio do Amaral fez a mesma afirmação recentemente em entrevista a O Progresso. Hoje o PT ocupa três secretarias em Dourados. Saúde (Silvia Bosso), educação (Walteir Beto-ni) e assistência social (Ladi Ferla).
Dizem que onde há fumaça há fogo. Mas pelo menos no caso do secretário de educação Walteir Betoni e o da secreta-ria de Meio Ambiente Valdenise Carbonari que seriam substituídos em uma reforma prevista para acontecer ainda este mês, parece que a fumaça continua, mas o fogo ainda não, na chaminé da Coronel Ponciano. Ligeiro, o PT já teria corri-do atrás de passar um super bonder na cadeira de Betoni. Não se sabe se o PSL fez o mesmo na cadeira de Valdenise.
O comandante do Departamento de Operações de Fronteira, Coronel Duarte, disse ontem a atenta que vai disponibili-zar equipes extras para dar suporte as policias Militar, Civil e Guarda Municipal para que haja tranquilidade quanto a segurança durante o carnaval deste ano no Estádio Douradão. “No carnaval normalmente crescem os furtos a veículos, de veículos, e o DOF estará somando ao trabalho desenvolvido pela PM e a Polícia Civil sempre visando a proteção do ci-dadão, o DOF nasceu desta união entre as polícias e deve continuar com este trabalho conjunto também no carnaval para que a paz seja priorizada”
Pessoa atenta, o empresário Stéfano Teló, entrou em contato com a Atenta parabenizando pelo editorial de ontem que falava da necessidade de mudanças no código penal inclusive punindo com mais rigor os crimes de homicídio e tráfico de drogas. “Hoje a todo momento as pessoas de bem estão sendo desrespeitadas, assaltadas, e o bandido não tem mais medo de Polícia e muito menos da prisão porque sabe dos inúmeros benefícios da lei, do jeito que está não dá para continuar é preciso devolver a tranquilidade que o povo tem direito”, opina Teló.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul tornou sem efeito a liminar que determinava a concessão de 1/3 da carga horária para planejamento de aulas. Agora, a Federação dos Trabalhadores em Educação deve recorrer ao Supremo Tri-bunal Federal para conseguir que a lei do piso e da carga horária seja cumprida. A noticia da revogação caiu como uma ducha de água fria na cabeça dos professores do Estado.
Na quarta-feira dia 18 a Fetems se reuniu com a governadora em exercício Simone Tebet. Os professores optaram conversar diretamente com Simone justamente porque ela, enquanto prefeita de Três Lagoas, em 2009, aprovou uma medida que determina esse tempo de 1/3 da carga horária (ou o aumento 25% para 33%) para o planejamento de aula.
Mesmo com o impacto na folha de pagamento dos professores, o presidente da Fetems, Roberto Magno Botarelli Cé-sar, afirma que a decisão da Lei Federal 11.738/08, que obriga a ampliação de 25% para 33% deve ser mantida, já que o profissional terá mais qualidade de vida e o ensino nas escolas estaduais será melhor.
O investimento público direto em educação chegou a 5,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010. O patamar ficou praticamente estável já que, em relação ao ano anterior, o crescimento foi de 0,1 ponto percentual. Os dados foram divul-gados ontem (19) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). A maior parte dos recursos – 4,3% do PIB – foi aplicada na educação básica, etapa que compreende a educação infantil, o ensino fundamental e o médio. O investimento no ensino superior correspondeu a 0,8% do PIB.
Apesar de o maior montante dos recursos estar concentrado na etapa básica, o estudante do ensino superior é o que recebe o maior investimento proporcionalmente. Enquanto os governos municipais, estaduais e a União gastaram R$ 3.580 por aluno da educação básica, no ensino superior, o valor investido por matrícula foi cinco vezes maior: R$ 17.972. Todos os dados se referem a 2010. Apesar da diferença, houve redução das disparidades já que em 2009 a razão era 5,2 vezes maior.
"Não tenho tempo de desfraldar outra bandeira que não seja a da compreensão, do encontro e do entendimen-to entre as pessoas" (Elis Regina)