13/10/2014 16h42 - Atualizado em 13/10/2014 16h42

Capital sedia Congresso Internacional de Arte e Tecnologia

Ciantec 2014 começou ontem com palavra de artista e conferências sobre museu e educação na contemporaneidade

 
Elvio Lopes
Do Progresso
Lucca Pucci explica atividade artesanal com frases em giz em madeira, durante abertura do Ciantec. (Foto: Elvio Lopes) Lucca Pucci explica atividade artesanal com frases em giz em madeira, durante abertura do Ciantec. (Foto: Elvio Lopes)

Começou ontem, no Museu de Arte Contemporânea (Marco), de Campo Grande, o Congresso Internacional de Artes, Novas Tecnologias e Comunicação (Ciantec), edição de 2014, que está reunindo artistas, professores de várias áreas, pesquisadores e artistas, para uma troca de experiências com profissionais que atuam em diversos setores e os participantes. O Congresso continua até quarta-feira.

A abertura do Congresso foi realizada pelo professor Paulo Cezar Barbosa Mello, coordenador do evento, que destacou a importância do compartilhamento das experiências entre os profissionais que descobriram ou revitalizaram novas técnicas de trabalho e iniciaram empreendimentos com resultados positivos, nas áreas de artes, humanas, filosofia, história e lingüística, entre outras.

Na sequência, os artistas Luciano Alarkon, Walter Lambert e Luca Pucci apresentaram os resultados de seus trabalhos reunindo arte e tecnologia, o primeiro com fotografia, o segundo com artes visuais e Pucci com artesanato.

Luciano trabalha com a desativação de um dos mais conhecidos parques de diversões do País, o Playcenter, que fechou as portas em 2012; Lambert mostrou a composição das peças de computadores com as artes visuais, criando telas contemporâneas com esses instrumentos e Pucci mostrou seu talento com frase em caixinhas de madeiras, intitulada Caixarte.

Na tarde de ontem, foram realizadas ainda duas palestras tendo como temas centrais “Pensando Museus na Contemporaneidade” e “Uma “Educação Contemporânea”, em que os participantes discutiram as transformações em novas tendências museológicas na sociedade hipermidiática contemporânea e a utilização das tecnologias de informação e comunicação como linguagem na arte e educação de jovens e adultos, a dança, a poética das infâncias e exercícios em espera.

Para esta terça-feira, a partir das 9h30, acontecem mais três palestras com temáticas centrais, Filosofias da Contemporaneidade, Pensando a Imagem e Ensinando na Contemporaneidade.

Na quarta-feira pela manhã, quatro dos seis professores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, autores de um trabalho coletivo sobre arte das ruas, participam de um painel externo com o tema “Graffiti/Street Art – Considerações Funcionais sobre a Convergência de Signos, Linguagens e Mensagens em Rede”, sob a coordenação da artista plástica e professora Keller Regina Viotto Duarte.

Ainda na quarta-feira, acontecem as palestras com os temas principais “Nuances Contemporâneos da Imagem em Movimento e Obra de Arte Contemporânea”, com exibições de animação e práticas artísticas locativas, por uma crítica á geografia urbana. As inscrições podem ser feitas no local. O Marco fica na rua Antônio Maria Coelho, 6.000, no Parque das Nações Indígenas.