29/08/2011 11h21 - Atualizado em 29/08/2011 11h21

Programa DST/Aids da SES realiza capacitação para profissionais de penitenciárias

 
Karina Lima

Campo Grande (MS) – A III Capacitação sobre prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), Aids, Tuberculose, e Hepatites Virais para profissionais de penitenciárias será realizado no período de 29 a 31 de agosto, segunda a quarta-feira, das 7h30 às 17h30, no hotel Chácara do Lago. O evento é uma parceria do programa DST/Aids da Secretaria Estadual da Saúde (SES) com o Sistema Penitenciário.

A capacitação é para profissionais que atendem nos presídios do Estado. A programação do primeiro dia (29) abordará o tema Tuberculose. A Aids e DST serão discutidas no dia seguinte, terça-feira (30).

Dentre os assuntos em pauta nos três dias de encontro estão: Tuberculose – tratamento, prevenção, controle do agravo dos presídios; DST/Aids e Hepatites Virais, Prevenção e papel dos profissionais do sistema penitenciários no enfrentamento das doenças.

Os trabalhos de capacitação estão sendo desenvolvidos neste ano, com previsão de continuidade para 2012. No primeiro semestre foram realizados dois encontros e a previsão é de que haja mais dois eventos até o final de 2011.

“Mato Grosso do Sul é o quarto Estado do País em incidência de Aids, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde divulgados no fim de 2010”, alerta a coordenadora do programa DST/Aids, Clarice Souza Pinto.

Para Clarice a prevenção da Aids ainda está ligada diretamente ao uso de preservativos e esta ação ainda não está incorporada aos hábitos sexuais da população. “O uso do preservativo exige mudanças de comportamento”, afirma a coordenadora.

Dados do último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde revelam que do início da década de 1980 até junho de 2010, o Brasil registrou 592.914 novos casos. No ano passado foram acrescidas 13.520 pessoas portando o vírus HIV em todo território nacional, sendo 187 casos registrados em Mato Grosso do Sul.

Atenta a esses índices a SES tem ações de prevenção, assistência, vigilância epidemiológica, monitoramento e avaliação junto a grupos mais expostos, à população geral e aos profissionais de saúde que atuam nas 78 cidades do Estado. “Em caso de dúvidas quanto à possibilidade de exposição e contágio, o exame anti-HIV deve ser realizado. Quanto antes o HIV for detectado mais cedo se pode instituir o acompanhamento médico e as ações de prevenção e controle podem ser instituídas”, esclarece a coordenadora Clarice.


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