MS terá R$ 2,1 mi para combate ao mosquito Aedes

Para o Mato Grosso do Sul, 1ª parcela corresponde a R$ 1,28 milhão

03/01/2017 07h30

Todos os municípios do Mato Grosso do Sul receberão recurso exclusivo para qualificação das ações de combate ao Aedes em duas etapas. A segunda parcela será repassada a partir de resultados dos levantamentos de índice de infestação.

Com a chegada do verão, o Governo Federal intensifica a atuação contra o mosquito transmissor da Dengue, Zika e febre Chikungunya. Para reforçar a prevenção, o Ministério da Saúde vai repassar a todos os municípios brasileiros e ao Distrito Federal R$ 152 milhões extras destinados as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti.

Para os 79 municípios do Mato Grosso do Sul, serão destinados R$ 2,1 milhões ao enfrentamento ao vetor. O recurso foi garantido em portaria publicada na quinta-feira (29) e deverá ser liberado aos municípios em duas etapas. Na primeira, R$ 91,2 milhões serão repassados a partir da data da publicação da portaria. Para o estado do Mato Grosso do Sul, a primeira parcela corresponde a R$ 1,28 milhão.

O repasse da segunda parcela está condicionado ao cumprimento de alguns critérios, cujas informações deverão ser consolidaspelas Secretarias Estaduais de Saúde e repassadas ao Ministério até o dia 30 de junho de 2017.

Para receberem a segunda parcela de R$ 60,8 milhões, sendo R$ 856,8 mil para Mato Grosso do Sul, os municípios deverão: realizar o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) para os casos de cidades com mais de dois mil imóveis precisarão; já os municípios com menos de 2 mil imóveis deverão realizar o Levantamento de Índice Amostral (LIA); as cidades sem infestação do mosquito deverão realizar monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa e, excepcionalmente serão consideradas as metodologias alternativas de levantamento de índices executados pelos municípios, desde que essas informações sejam repassadas ao Governo Federal.

O Brasil registrou, até 10 de dezembro, 1.487.673 casos de dengue; 211.770 prováveis de febre pelo vírus Zika em todo o país e 263.598 casos prováveis de Chikungunya, até dia 10 de dezembro de 2016.